20/07
UHUUUL. Cadê a empolgação dos primeiros dias? O cansaço andou batendo, nós andamos dormindo pelos cantos. Aliada ao fim de TPMs, nossa chegada a Copenhagem foi bastante forte. Último destino juntas, agora cada uma vai para um lado. Capital da Dinamarca, país de que gostamos bastante. Cidade famosa por ser incrível.
A viagem foi, ao contrário da última, em um trem LOTADO de jovens mochileiros. Era um vagão bem antigo, quase pré-histórico. Ouvia-se muito francês. Franceses não costumam falar inglês. Capotamos as três, acordando em pequenos intervalos por causa da posição incômoda, e vendo belos cenários da interação de paisagens e neblina. Chegar ao hostel foi fácil: é um prédio gigante na beira do rio e perto da estação. Danhostel tem muitos andares, 2 mil camas. O hostel é razoável, mas creio que não voltaria a me hospedar aqui. Por ser muuito grande, há uma série de questões de segurança e logística que impedem que o hostel oferença o que costumam ter de melhor: descontração. Na minha opinião, Danhostel não é bem sucedido porque não facilita a integração entre seus hóspedes, é muito burocrático, esquemático. Tem muito mais cara de hotel, mas por ficar tentando ser hostel também não consegue. São pequenas coisas, como a necessidade de ter que passar o cartão para fazer ABSOLUTAMENTE tudo nas dependências do prédio (subir a escada, subir o elevador, abrir a porta do quarto, da cozinha, etc), ou a proibição do cosumo de bebidas trazidas de fora, que incomodam. Junto a isso, os atendentes não são, digamos assim, uma gentileza. Na verdade eles são bem estúpidos, como se nos hospedar fosse um grande favor. E com essa grande simpatia é que fomos recebidas às 08 (?) da madrugada , depois de uma viagem exaustiva. O nosso quarto só estaria liberado às duas. Queríamos descançar e fazer compras no supermercado (para não cometer o mesmo erro de Stockholm e ficar sem comida), e depois esperar o Bororos, grupo escoteiro da qual Sté e Sá fazem parte, e que ia dividir quarto conosco até irem para o Hoho (Home and Hospitality – intercâmbiozinho de uma semana pré Jamboree).
Não podendo fazer o CHECK IN, eu ao menos tentei entrar na internet para ver onde dormiriamos no dia 24, enquanto a Sté e a Sá foram procurar um canto para descançar (vulgo morrerem e roncarem). Desci para a sala de TV e tentei me encaixar num cantinho para fazer o mesmo, (é incrível como elas tem facilidade para dormir e eu não!!!) .
UHUUUL. Cadê a empolgação dos primeiros dias? O cansaço andou batendo, nós andamos dormindo pelos cantos. Aliada ao fim de TPMs, nossa chegada a Copenhagem foi bastante forte. Último destino juntas, agora cada uma vai para um lado. Capital da Dinamarca, país de que gostamos bastante. Cidade famosa por ser incrível.
A viagem foi, ao contrário da última, em um trem LOTADO de jovens mochileiros. Era um vagão bem antigo, quase pré-histórico. Ouvia-se muito francês. Franceses não costumam falar inglês. Capotamos as três, acordando em pequenos intervalos por causa da posição incômoda, e vendo belos cenários da interação de paisagens e neblina. Chegar ao hostel foi fácil: é um prédio gigante na beira do rio e perto da estação. Danhostel tem muitos andares, 2 mil camas. O hostel é razoável, mas creio que não voltaria a me hospedar aqui. Por ser muuito grande, há uma série de questões de segurança e logística que impedem que o hostel oferença o que costumam ter de melhor: descontração. Na minha opinião, Danhostel não é bem sucedido porque não facilita a integração entre seus hóspedes, é muito burocrático, esquemático. Tem muito mais cara de hotel, mas por ficar tentando ser hostel também não consegue. São pequenas coisas, como a necessidade de ter que passar o cartão para fazer ABSOLUTAMENTE tudo nas dependências do prédio (subir a escada, subir o elevador, abrir a porta do quarto, da cozinha, etc), ou a proibição do cosumo de bebidas trazidas de fora, que incomodam. Junto a isso, os atendentes não são, digamos assim, uma gentileza. Na verdade eles são bem estúpidos, como se nos hospedar fosse um grande favor. E com essa grande simpatia é que fomos recebidas às 08 (?) da madrugada , depois de uma viagem exaustiva. O nosso quarto só estaria liberado às duas. Queríamos descançar e fazer compras no supermercado (para não cometer o mesmo erro de Stockholm e ficar sem comida), e depois esperar o Bororos, grupo escoteiro da qual Sté e Sá fazem parte, e que ia dividir quarto conosco até irem para o Hoho (Home and Hospitality – intercâmbiozinho de uma semana pré Jamboree).
Não podendo fazer o CHECK IN, eu ao menos tentei entrar na internet para ver onde dormiriamos no dia 24, enquanto a Sté e a Sá foram procurar um canto para descançar (vulgo morrerem e roncarem). Desci para a sala de TV e tentei me encaixar num cantinho para fazer o mesmo, (é incrível como elas tem facilidade para dormir e eu não!!!) .
Comentário de
hoje: uma coisa que me chocou...enquanto as meninas dormimam (só mais um
pouquinho) e eu fazia algo como atualizar essa birosca, aconteceu uma pequena
cena que me chocou um pouco: veio um menininho hóspede e pegou o controle remoto da tv, colado a um negócio
de metal que lembra uma arma, e começou a fingir que tava atirando. Fiquei
pensando naqueles papos de “como as mídias influênciam e inserem a violência
nas crianças” até reparar que a criança vestia uma camisa da UNICEF!!!! Fiquei
tristinha.
Quando acordadas, resolvemos não cometer o mesmo erro de Stockholm e fomos ao supermercado, onde compramos ingredientes para cozinhar (entre eles MUITA cebola, porque eles não conseguem vender a cebola solta). Mas, para nossa incrível surpresa, ao tentar passar a chave do hostel (quando voltamos já tinhamos feito o Check In e descobrimos que NÃO, não poderíamos usar a cozinha. Isso porque estávamos hospedadas como grupo, e somente a chave líder abre a porta da cozinha, ou seja, tinhamos que esperar chegar o pessoal do Bororos).
Fizemos um delicado escandalozinho na recepção,
alegando que não fomos avisadas e já tínhamos comprado comida e queríamos
cozinhar, e a moça falou que autorizaria essa vez só, mas no fim tivemos que
entrar na cozinha do jeito malandro mesmo, com qualquer pessoa que tenha
passado o cartão. Ao fim, soubrou comida, para variar, e oferecemos pra um loirinho freak que tava
lá, e ele comeu muito feliz porque pelo visto tinham roubado o pão dele (na
cozinha do Danhostel a geladeira é uma várzea). Quando acordadas, resolvemos não cometer o mesmo erro de Stockholm e fomos ao supermercado, onde compramos ingredientes para cozinhar (entre eles MUITA cebola, porque eles não conseguem vender a cebola solta). Mas, para nossa incrível surpresa, ao tentar passar a chave do hostel (quando voltamos já tinhamos feito o Check In e descobrimos que NÃO, não poderíamos usar a cozinha. Isso porque estávamos hospedadas como grupo, e somente a chave líder abre a porta da cozinha, ou seja, tinhamos que esperar chegar o pessoal do Bororos).
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