07/07/2011
Não acordamos para o café combinado. Acordamos sim foi com o doce chamado de Mette, avisando que estava saindo para trabalhar e nunca mais nos veríamos. Foi muito triste. Pegamos uma caroninha com Jacob até a estação, após nos aprontarmos em 15min. Chegando lá, mas que vergonha: Sá tinha pamonha. (piada interna. Hahahahahahahahahahaha) Na verdade, a Sabrina tinha esquecido a barrigueira dela em algum lugar O.o mas onde? Revista, revista, revista. Reclama, reclama, reclama. O Jacob ficou esperando e nos levou devolta para a casa, para que desarmasse o alarme e procurassemos lá. Enquanto isso a Ste apreciava a bela paisagem (vulgo dinamarqueses bonitos). Passadas as desventuras quase em série, pegamos as três um trem em direção a Odense e dessa vez conseguimos ir sentadas quase que toda a viagem (o que foi realmente bom, considerando a expansão das nossas malas, que agora estão efeitadas com bandeirinhas dinamarquesas).
Não acordamos para o café combinado. Acordamos sim foi com o doce chamado de Mette, avisando que estava saindo para trabalhar e nunca mais nos veríamos. Foi muito triste. Pegamos uma caroninha com Jacob até a estação, após nos aprontarmos em 15min. Chegando lá, mas que vergonha: Sá tinha pamonha. (piada interna. Hahahahahahahahahahaha) Na verdade, a Sabrina tinha esquecido a barrigueira dela em algum lugar O.o mas onde? Revista, revista, revista. Reclama, reclama, reclama. O Jacob ficou esperando e nos levou devolta para a casa, para que desarmasse o alarme e procurassemos lá. Enquanto isso a Ste apreciava a bela paisagem (vulgo dinamarqueses bonitos). Passadas as desventuras quase em série, pegamos as três um trem em direção a Odense e dessa vez conseguimos ir sentadas quase que toda a viagem (o que foi realmente bom, considerando a expansão das nossas malas, que agora estão efeitadas com bandeirinhas dinamarquesas).
Sentando, Sá já estava com a máquina em punho, exclamando “aiii que lindooo” para a criançinha da mesa do lado. Seguindo com os “aii que fofo” e “meu deus ele é muito branquinho”, e mais umas pescadas, chegamos a Odense, a cidade de H.C. Andersen (e do “Que Fofo”, mas que não pôde nos ver por estar trabalhando). Logo de cara deu pra perceber que Aarhus é realmente a segunda maior cidade da Dinamarca, porque assim que saimos da estação demos de cara com o principal hostel de Odense e seguindo o mapa descobrimos que a sua escala devia ser de no máximo 1cm = 50m, ou seja, em praticamente alguns minutos estavamos no centro da cidade. Odense é fofinha e simples, mas apesar de menor ela é mais cosmopolita que Aarhus. O que vimos de mais legal na cidade foi a antiga casa de H. C. Andersen, o escritor de A Pequena Sereia e outros muitos contos. Além da casa em que viveu, o museu tem toda uma infra-estrutura com obras e toda a biografia do homem. O museu era muito bem organizado, concilhando coisas antigas com modernas, e com uma linguagem muito atual. O escritor era realmente um grande talento, pois além de suas incríveis histórias, ele desenhava incrivelmente bem e também fazia recortes em papéis. Era um homem a frente de seu tempo: enquanto Napoleão fazia suas guerrinhas por aí e o mundo todo ainda vivia de forma bastante antiquada, ele fazia uma arte moderna incusive para os dias de hoje. Combinando com suas caracteríticas, o museu também traz essa disparidade. Há pinturas e obras de outros artistas inspiradas nas histórias de C. Andersen muito bonitas, além de um hall com teto de vidro, com pinturas bastante coloridas e hachuradas (?) e a correspondência do escritor com sua paixão.
Compramos nosso almoço e pegamos um trem para Copenhagem, de onde pegaríamos o nosso ferry para Oslo. A viagem foi rapida (acertamos algumas contas) e em pouco tempo estávamos embarcando num grande navio. Sim, entrando no ferry é compreensível o valor das passagens, pois de balsa esse ferry não tem nada. Estamos viajando em um elegante cruzeiro, com direito a cassino e restaurantes que obviamente não queremos bancar. É muito diferente do resto da viagem, e estamos nos divertindo com o pequeno luxo. Agora é hora de repor as energias (depois de atualizar o blog, costurar uniformes, arrumar malas, etc), e amanhã, à capital da Noruega!!
De uma cabine de um ferry maior que Odense,
o trio mais feliz do mundo !!!!!!!!!!!( segundo Pati)
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